sábado, 9 de julho de 2016

A Calcinha Certa

Quem disse que só porque ela não aparece, não deve ser escolhida com cuidado? 
calcinha, companheira diária da mulher, deve sim receber atenção especial na hora da escolha. Cada tipo de corpo ou situação pede um modelo diferente.
Na hora de provocar naquele vestido mais justo, prefira as lingeries que não deixam marcas aparentes.
Agora se o look for transparente, melhor preferir modelagem básica, sem rendas ou bordados. Prefira também os tons de pele.
Para uma festa, escolha os modelos altos, com reforços e tecidos fortes. Além de comprimir o abdômen e reduzir medidas, estes modelos ainda moldam a silhueta.
Ao escolher o visual é preciso pensar na calcinha sim. As muito apertadas marcam e fazem aparecer as gordurinhas. As muito largas prejudicam o caimento. Para roupas justas ou tecidos fluídos, o ideal é escolher modelos fio-dental. Para calças jeans, basta que o modelo e o tamanho sejam adequados ao seu biótipo.
Você pode não perceber, mas muito da sua saúde íntima tem a ver com a calcinha que escolhe. Tecidos como a supermicrofibra deixam o corpo respirar melhor, secam com mais rapidez e eliminam o suor mais facilmente. Algodão, modal e microfibra também têm alta absorção de umidade.
Confira abaixo algumas dicas:

Quadril largo

http://mlb-d1-p.mlstatic.com/Escolha calcinhas que não marquem. As ideais são as de laterais mais largas, que dêem boa cobertura dos lados.








Quadril médio

http://img.lingerie25.com.br/Imagens/produtos/10/01710/
Esse quadril se adapta aos vários tipos de modelagens de calcinhas, desde tangas a modelagens hipster (cintura baixa e lateral larga).





Quadril estreito

http://www.dhresource.com/albu_394100396_00-1.600x600/Podem usar várias modelagens, desde as string, super confortáveis e que não marcam o bumbum, até as cavadas, as de cintura baixa e as hipster.


Com culote

http://img.ph2-jpg.posthaus.com.br/Web/posthaus/foto/moda-intima/cintas-e-modeladores/Se você tem culote, precisa de uma calcinha que modele os quadris com laterais largas em tecidos fortes e resistentes. As bermudas redutoras também ajudam a modelar sem apertar e ainda comprimem abdômen e coxas.





Barriga saliente

https://sossrtabrito.files.wordpress.com/2016/02/Prefira calcinhas de cintura alta, com reforços adicionais em tecidos fortes e resistentes.

Cintura larga, gordura localizada e estômago alto

http://1.bp.blogspot.com/-nVZ6j7_rN2g/UuvCaJKEWSI/AAAAAAAAAM0/K1AsEhZprm8/s1600/Procure calcinhas de cintura alta, com reforços adicionais em tecidos fortes e resistentes. Invista nas bermudas modeladoras de cintura alta - elas ajudam a modelar sem apertar.

Cintura larga, gordura localizada e culote

https://encrypted-tbn3.gstatic.com/
Aposte nos modeladores. Eles têm reforços adicionais e permitem compressão ideal na área do abdômen e costas. Dependendo do tipo, eles modelam até a região do seio. Fonte VilaMulher








A historia da Calcinha

A história da calcinha
Calcinha (em São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau, Moçambique e Brasil) ou cuecas (Portugal e Angola) é uma roupa íntima feminina constituída por uma espécie de short curto, ajustada ao corpo da mulher e feita na maior parte das vezes de tecidos macios e delicados, como o algodão, por exemplo.

Calcinha é um tipo de roupa de baixo usada por mulheres. É usada sob a roupa protegendo a vulva, e as nádegas de contato com a roupa externa. Também pode ser usada para dormir ou simplesmente sem roupa alguma por cima da mesma. O equivalente para os homens é tradicionalmente a Cueca. Mesmo com estilos e designs bem diferenciados, existem aqueles que preferem utilizar a roupa do sexo oposto, seja por conforto ou fetiche.


Surgiu por volta de 1800 na Europa o primeiro modelo da calcinha chamado de calção, que chegava abaixo dos joelhos. Posteriormente, popularizou-se entre as mulheres.

Aquilo que a mulher usa por baixo da roupa tem um significado todo especial para o universo masculino. Mas não apenas para ele. A calcinha, acredite, diz muito da história da mulher, representa sua trajetória e, mesmo escondidinha, não deixa de ser motivo de rostos corados, risadas e, às vezes, constrangimento.

A história dessa importante peça do vestuário - que tem pouco mais de dois séculos de existência - é descrita no livro "Por baixo do pano - a história da calcinha", da autora inglesa Rosemary Hawthorne (Matrix Editora). Segundo ela, a calcinha apareceu pela primeira vez em 1800, quando a revolução havia mudado a França e, por consequência, toda a Europa.

Na época, as mulheres passaram a usar elegantes vestidos de cintura alta, inspirados na vestimenta das gregas antigas. Mas esses "vestidos império", super sensuais, deixavam as partes baixas arejadas demais.

Surgia então o primeiro modelo de calcinha, chamado de calção ou "pantaloon’, que chegava abaixo dos joelhos ou até os tornozelos e era feito de um tecido "cor de carne" semelhante ao das meias-finas. Antes disso, nenhuma mulher respeitável usava calcinhas.

O livro traz ainda a relação da feminista americana Amelia Bloomer com a calcinha e chega até o modelo fio-dental, bem difundido aqui no Brasil. A autora dessa obra, hoje uma das maiores autoridade britânica em história da roupa íntima, conversou com o Vila Dois e explicou porque a calcinha está relacionada tanto à moda quanto aos direitos da mulher.

Rosemary é conhecida hoje no Reino Unido como "Knicker Lady", ou a "Dama das Calcinhas", nome do espetáculo solo que apresenta com sucesso nos palcos do país.

Por que você escolheu esse tema para pesquisar e escrever sobre? Quanto tudo começou?
Acho que o assunto me escolheu. Eu tenho colecionado roupas antigas e vintages por anos, incluindo calcinhas. Um dia, uma estudante que estava fazendo um trabalho sobre o uniforme das meninas me perguntou de onde vinha a palavra "Bloomers". Eu estava contando de onde ele veio [se refere ao nome da feminina Amelia Blommer, uma das primeiras a usar aqueles shorts com babadinhos por baixo dos vestidos] quando ela disse que não encontrava tal resposta em livro algum. Aí então eu resolvi escrever sobre sutiãs e depois sobre ligas e meias-calça. Um conjunto todo sobre lingeries.

Qual a importância da calcinha hoje e como essa "importância" viajou ao longo dos anos?
Hoje é importante porque faz parte de uma indústria muito lucrativa. As mulheres estão acostumadas a usá-las, desejá-las e comprá-las e isso não vai mudar nunca. Até porque elas nunca tiveram esse tipo de poder de escolha antes. Mesmo nos séculos 18 ou 19 o poder de escolha era baixo. Além disso, no passado você precisava ser rica para comprar uma.
Depois da invenção da máquina de costura e dos tecidos sintéticos e da emancipação efetiva da mulher, no século 20, elas passaram a querer usar calcinhas e podiam comprar. Mulheres que ganham seu próprio dinheiro e tem poder de compra transformaram sua importância diante da indústria.

Aquilo que a mulher usa por baixo da roupa tem um significado todo especial para o universo masculino. Mas não apenas para ele. A calcinha, acredite, diz muito da história da mulher, representa sua trajetória e, mesmo escondidinha, não deixa de ser motivo de rostos corados, risadas e, às vezes, constrangimento.
A história dessa importante peça do vestuário - que tem pouco mais de dois séculos de existência - é descrita no livro "Por baixo do pano - a história da calcinha", da autora inglesa Rosemary Hawthorne (Matrix Editora).





Segundo ela, a calcinha apareceu pela primeira vez em 1800, quando a revolução havia mudado a França e, por consequência, toda a Europa.

O que as mulheres de diferentes épocas tinham por baixo da roupa.

1800

Primeiro modelo de calcinha

Surgidos na França, os calções ou pantaloons ficavam abaixo do joelho ou até o tornozelo e eram feitos de um tecido semelhante ao das meias.








1900
Combinações
A silhueta curvilínea pedia roupas de baixo menos volumosas. As combinações entre ceroulas e camisolas tornaram-se muito populares



1914 - 1918
Calçolas de tango
Para dançar o estilo mais popular na época da Primeira Guerra Mundial, foi necessária a confecção de calçolas especiais, que permitiam uma movimentação livre e desimpedida


1920

Camibocker

O conjunto de camisola de baixo e calçola em seda com botões nas costas era feito sob encomenda. O hábito de encomendar roupas de baixo sob medida era encorajado pelas lojas finas







1927



Baby-doll


Depois do fim da Primeira Guerra, as peças íntimas se tornaram mais leves e coloridas. Surgiram os modelos baby-doll: a antiga camisola de baixo e as calcinhas unidas numa única peça íntima







1940 - 1950
Caleçon
A modelagem mais usada nessa época era o caleçon, que, modificado, continua fazendo sucesso até hoje












1980 - 1990
Renda, seda, fio dental...
A partir da década de 1980, surgem as calcinhas mais elaboradas. Depois disso, o limite é a imaginação. O modelo ciclista da ilustração, da década de 1990, é ecológico. Fonte: Rosemary Hawthorne (historiadora de moda).




 




A história da Calcinha

A história da calcinha
Calcinha (em São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau, Moçambique e Brasil) ou cuecas (Portugal e Angola) é uma roupa íntima feminina constituída por uma espécie de short curto, ajustada ao corpo da mulher e feita na maior parte das vezes de tecidos macios e delicados, como o algodão, por exemplo.

Calcinha é um tipo de roupa de baixo usada por mulheres. É usada sob a roupa protegendo a vulva, e as nádegas de contato com a roupa externa. Também pode ser usada para dormir ou simplesmente sem roupa alguma por cima da mesma. O equivalente para os homens é tradicionalmente a Cueca. Mesmo com estilos e designs bem diferenciados, existem aqueles que preferem utilizar a roupa do sexo oposto, seja por conforto ou fetiche.


Surgiu por volta de 1800 na Europa o primeiro modelo da calcinha chamado de calção, que chegava abaixo dos joelhos. Posteriormente, popularizou-se entre as mulheres.

Aquilo que a mulher usa por baixo da roupa tem um significado todo especial para o universo masculino. Mas não apenas para ele. A calcinha, acredite, diz muito da história da mulher, representa sua trajetória e, mesmo escondidinha, não deixa de ser motivo de rostos corados, risadas e, às vezes, constrangimento.

A história dessa importante peça do vestuário - que tem pouco mais de dois séculos de existência - é descrita no livro "Por baixo do pano - a história da calcinha", da autora inglesa Rosemary Hawthorne (Matrix Editora). Segundo ela, a calcinha apareceu pela primeira vez em 1800, quando a revolução havia mudado a França e, por consequência, toda a Europa.

Na época, as mulheres passaram a usar elegantes vestidos de cintura alta, inspirados na vestimenta das gregas antigas. Mas esses "vestidos império", super sensuais, deixavam as partes baixas arejadas demais.

Surgia então o primeiro modelo de calcinha, chamado de calção ou "pantaloon’, que chegava abaixo dos joelhos ou até os tornozelos e era feito de um tecido "cor de carne" semelhante ao das meias-finas. Antes disso, nenhuma mulher respeitável usava calcinhas.

O livro traz ainda a relação da feminista americana Amelia Bloomer com a calcinha e chega até o modelo fio-dental, bem difundido aqui no Brasil. A autora dessa obra, hoje uma das maiores autoridade britânica em história da roupa íntima, conversou com o Vila Dois e explicou porque a calcinha está relacionada tanto à moda quanto aos direitos da mulher.

Rosemary é conhecida hoje no Reino Unido como "Knicker Lady", ou a "Dama das Calcinhas", nome do espetáculo solo que apresenta com sucesso nos palcos do país.

Por que você escolheu esse tema para pesquisar e escrever sobre? Quanto tudo começou?
Acho que o assunto me escolheu. Eu tenho colecionado roupas antigas e vintages por anos, incluindo calcinhas. Um dia, uma estudante que estava fazendo um trabalho sobre o uniforme das meninas me perguntou de onde vinha a palavra "Bloomers". Eu estava contando de onde ele veio [se refere ao nome da feminina Amelia Blommer, uma das primeiras a usar aqueles shorts com babadinhos por baixo dos vestidos] quando ela disse que não encontrava tal resposta em livro algum. Aí então eu resolvi escrever sobre sutiãs e depois sobre ligas e meias-calça. Um conjunto todo sobre lingeries.

Qual a importância da calcinha hoje e como essa "importância" viajou ao longo dos anos?
Hoje é importante porque faz parte de uma indústria muito lucrativa. As mulheres estão acostumadas a usá-las, desejá-las e comprá-las e isso não vai mudar nunca. Até porque elas nunca tiveram esse tipo de poder de escolha antes. Mesmo nos séculos 18 ou 19 o poder de escolha era baixo. Além disso, no passado você precisava ser rica para comprar uma.
Depois da invenção da máquina de costura e dos tecidos sintéticos e da emancipação efetiva da mulher, no século 20, elas passaram a querer usar calcinhas e podiam comprar. Mulheres que ganham seu próprio dinheiro e tem poder de compra transformaram sua importância diante da indústria.

Aquilo que a mulher usa por baixo da roupa tem um significado todo especial para o universo masculino. Mas não apenas para ele. A calcinha, acredite, diz muito da história da mulher, representa sua trajetória e, mesmo escondidinha, não deixa de ser motivo de rostos corados, risadas e, às vezes, constrangimento.
A história dessa importante peça do vestuário - que tem pouco mais de dois séculos de existência - é descrita no livro "Por baixo do pano - a história da calcinha", da autora inglesa Rosemary Hawthorne (Matrix Editora).



http://www.tv-ao-vivo.net/pzambroza


Segundo ela, a calcinha apareceu pela primeira vez em 1800, quando a revolução havia mudado a França e, por consequência, toda a Europa.

O que as mulheres de diferentes épocas tinham por baixo da roupa.

1800

Primeiro modelo de calcinha

Surgidos na França, os calções ou pantaloons ficavam abaixo do joelho ou até o tornozelo e eram feitos de um tecido semelhante ao das meias.








1900
Combinações
A silhueta curvilínea pedia roupas de baixo menos volumosas. As combinações entre ceroulas e camisolas tornaram-se muito populares



1914 - 1918
Calçolas de tango
Para dançar o estilo mais popular na época da Primeira Guerra Mundial, foi necessária a confecção de calçolas especiais, que permitiam uma movimentação livre e desimpedida


1920

Camibocker

O conjunto de camisola de baixo e calçola em seda com botões nas costas era feito sob encomenda. O hábito de encomendar roupas de baixo sob medida era encorajado pelas lojas finas







1927



Baby-doll


Depois do fim da Primeira Guerra, as peças íntimas se tornaram mais leves e coloridas. Surgiram os modelos baby-doll: a antiga camisola de baixo e as calcinhas unidas numa única peça íntima







1940 - 1950
Caleçon
A modelagem mais usada nessa época era o caleçon, que, modificado, continua fazendo sucesso até hoje












1980 - 1990
Renda, seda, fio dental...
A partir da década de 1980, surgem as calcinhas mais elaboradas. Depois disso, o limite é a imaginação. O modelo ciclista da ilustração, da década de 1990, é ecológico. Fonte: Rosemary Hawthorne (historiadora de moda).




 




sexta-feira, 8 de julho de 2016

Calcinha usada - vendas explodem na crise

VENDE-SE CALCINHAS USADAS

Crise? Nada! Criatividade e mercado...

Descobrimos através de pesquisas na internet que centenas de mulheres estão adotando essa prática de venderem as suas calcinhas usadas. E estão contentes com os resultatos. O ser humano por natureza, possui a necessidade de incrementar, criar ou até mesmo participar de situações ou fantasias na hora de se relacionar com alguém. É daí que surgem os famosos fetiches sexuais.

Você tem algum fetiche? Claro que tem, se você respondeu não, provavelmente você ainda não descobriu o seu. Fetiches podem significar um objeto enfeitiçado ou um comportamento, parte do corpo ou objeto que desperta excitação sexual. No âmbito da psicologia, o fetiche tem conotação sexual, representando um comportamento específico que encontra prazer em certas atividades, objetos ou partes do corpo. Um dos fetiches mais comuns é o fetiche dos pés, conhecido como podolatria. Já leu nossa matéria com os 9 maiores fetiches da humanidade?

A origem e o significado dessa palavra são bastante interessantes, afinal ela tem sua origem no latim, e em seu formato original “facticius” a palavra significava algo que é artificial ou fictício, que podemos atribuir poderes mágicos ou sobrenaturais.


Ou seja, é óbvio que os fetiches, desde o seu surgimento, já eram encarados como algo mágico e fantasioso. Atualmente, muitas são as formas de se procurar e de realizar esses tais “fetiches”, o sites de conteúdo adulto por exemplo, servem como uma fonte interminável, um “combustível” para a imaginação alheia. Fonte:ultracurioso


Mas vamos ao assunto dessa psotagem, veja abaixo:


Kay é uma estudante universitária de 21 anos, moradora da cidade de Singapura. Ela vende suas calcinhas para ajudar a pagar as despesas da faculdade, o preço varia, as calcinhas custam em torno de US $ 37 cada, o sutiã fica entre US $ 29 e $ 44. De acordo com Kay, o seu perfume é o grande segredo do negócio, mas que também recebe pedidos especiais como se masturbar ou fazer xixi em cima da calcinha, com um custo extra é claro. Ela ainda declara que existem algumas pessoas que pedem até calcinhas com restos de sangue menstrual.


Olá eu sou Exibida, estou no meio exibicionista desde 2006 e neste período ganhei milhares de fãs, admiradores e amigos que começaram a me pedir para eu vender minhas calcinhas para eles, de início não atendi os pedidos, mas com a crise e o passar do tempo não tive como não atende-los, por isso comecei a vender para satisfazê-los, logo no primeiro mês vendi 8 calcinhas, foi quando percebi que existiam muitos homens e casais com este fetiche, fui uma das primeiras mulheres à vender calcinhas usadas na net, depois vieram outras, mas mesmo assim continuo vendendo  muito mesmo, pois minhas calcinhas tem um diferencial, eu as uso por 2 dias inteiros e ainda te envio um vídeo meu usando sua calcinha ou socando ela dentro da minha buceta e tiro para você ter certeza,  veja no vídeo abaixo, além disso digo seu nome no vídeo, isso prova que a calcinha que você recebeu foi mesmo usada por mim, isso você não encontra em nenhum site do Brasil. Estou com quase 100 calcinhas vendidas em menos de 2 anos. 

Quem comprar as minhas calcinhas usadas  ganha  um vídeo exclusivo com a calcinha dentro da minha buceta, eu uso a calcinha que você quiser por dois dias inteirinhos e quando eu a tiro é pra te enviar, coloco ela todinha dentro da minha boceta e depois tiro bem devagar para fazer o vídeo para te enviar, assim você vai poder ver que a calcinha que você recebeu é a mesma que eu tirei de dentro da minha buceta, e ainda falo seu nome no vídeo se quiser. Com certeza você vai gozar muito sentindo o cheirinho da minha boceta. Estou prontinha para realizar este fetiche para você.

O que diz o marido?
- Eu confesso que achei estranho quando a minha mulher disse que ia ganhar dinheiro vendendo calcinhas usadas. Ela colocou um anúncio na internet (Mercado Livre com foto da bunda dela) e só no primeiro dia foram 10 encomendas. Ela compra calcinha fio dental e fica o dia inteiro com a calcinha, vai na academia malhar, caminha no shooping e só depois de ficar muito suada ela então tira uma foto de frente e de costas com a calcinha. Enfia a calcinha num zip lock e junta com as fotos e envia por Sedex para o interessado. Todo mês ela tem calcinha nova e todos os dias tem epdidos! Só não dá para atender mais porque ela e uma só e quer zelar pela qualidade. Tem uns pedidos especiais de calcinha menstruada, mijada, e até com marca de freada de bicicleta. Ela faz tudo isso e ainda diz que era para eu trepar com ela várias vezes ao dia, porque o cliente quer sentir o cheiro da buceta com a minha porra. Nao temos do que reclamar, ja que está dando um bom dinheiro e ela está rfazendo reciclagem.



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