Fetiche Sexual

O que é fetiche? Existem vários tipos fetiches? Fetiches são saudáveis? Você tem algum fetiche?
Segundo a Profa. Dra. Cláudia Bonfim, Fetiche origina-se do francês fétiche que, mas que advém do português feitiço, cuja origem é o latim facticius "artificial, fictício". A designação inicial referia-se a um objeto material ao qual se atribuíam poderes mágicos ou sobrenaturais, positivos ou negativos. Interessante apontar que, esta palavra era inicialmente empregada pelos portugueses para designar objetos empregados nos cultos religiosos dos negros da África ocidental. Na Europa este termo foi divulgado e ampliado pelo francês Charles de Brosses, em 1757.
Partindo das conceituações de dicionários, podemos considerar o Fetiche como um desvio do interesse sexual para algumas partes do corpo do parceiro,  alguma função fisiológica ou para peças de vestuário, adorno, entre outros.
Mas precisamos ressaltar o Fetiche deixa de ser saudável quando você não consegue realizar nada sem ele, quando ele passa a ser o centro, uma fixação, uma tara, uma obsessão, um desejo incontrolável.
Podemos classificar os fetiches em quatro categorias saudáveis, estranhos, agressivos e criminosos
Se o fetiche é saudável? Eu diria que tudo em exagero ou sai do controle deixa de ser saudável.
Fetiches saudáveis são aqueles relacionados às fantasias sexuais. Como sentir excitação por manter relação em lugares exóticos ou com o parceiro ou parceira vestindo roupas eróticas como fantasia de enfermeira, professora, colegial, etc... Portanto, o Fetiche como uma fantasia, um desejo, sentir e proporcionais sensações de prazer numa relação de cumplicidade, em que o amor e o prazer falam entre si, ao nosso ver, é uma relação "mágica", em que a fantasia, o feitiço, o desejo levam nosso imaginário mais primitivo nos ao mundo simbólico do fetiche. Sendo assim, o fetiche como algo que você gosta de pôr em prática numa relação ou momento oportuno esporadicamente dentro dos limites da relação e com cumplicidade, afeto e respeito é saudável, e podemos dizer que, se até se caracterizaria como um ato de amor na busca de sentir e proporcionar prazer ao seu parceiro.
O Fetichismo caracteriza-se então como o desvio do interesse sexual para algumas partes do corpo do parceiro, para alguma função fisiológica ou para peças de vestuário, adorno etc.
No fetichismo, o meio preferido ou único de atingir satisfação sexual é manipulando e/ou observando objetos, não animados, intimamente associados ao corpo humano (por exemplo roupas intímas) ou peças de vestuário feitas de borracha, cabedal ou seda, para mencionar apenas os mais comuns.
A atividade sexual pode dirigir-se ao fetiche (masturbação enquanto beija, esfregar, cheirar o objeto do fetiche) ou o fetiche incorporado na relação sexual, pedindo por exemplo ao parceiro que use sapatos de salto alto ou botas, ou roupas e adornos.
Temos ainda aparentedo ao parcialismo, caracterizado por impulsos sexuais e fantasias sexualmente excitantes dirigidas exclusivamente a partes do corpo humano como: pés, mãos, nádegas, veias, pomos-de-adão ou peito, excluindo todas as outras.
Em filosofia, na teoria marxista, o fetichismo é o processo pelo qual a mercadoria, no capitalismo, um ser inanimado, passa a ser considerado como se tivesse vida. As relações sociais deixam de ocorrer entre indivíduos, mediadas pela mercadoria, mas tornam-se relações meramente entre as próprias mercadorias, sendo os seres humanos meros intermediários no processo econômico geral. Com isso ocorre a desumanização do ser humano no capitalismo, com a ilusão de que não há relações humanas (isto é, sociais) no que se refere à mercadoria.
Em psicologia, o fetichismo é uma parafilia. O objeto do fetiche é a representação simbólica de penetração, tem conotação sexual, é um objeto parcial e não representa quem está por trás do objeto
Etimologicamente, Parafilia origina-se do grego παρά, para, "fora de",e φιλία, philia, "amor",  pode ser conceituada como é um padrão de comportamento sexual no qual, em geral, a fonte predominante de prazer não se encontra na cópula, mas em alguma outra atividade. São considerados também parafilias os padrões de comportamento em que o desvio se dá não no ato, mas no objeto do desejo sexual.
Em determinadas situações, o comportamento sexual parafílico pode ser considerado perversão ou anormalidade.
Entre Fetiches Estranhos estão a Podolatria, Urofilia, Fist fucking, Stonebutch, Froterismo – oufrottage, Bondage, Cottaging, Pigmalionismo, Coprofilia, Auto-asfixia erótica, Zoofilia, Rainbow kissing, Voyerismo, Exibicionismo, o Swing, o Ménage, entre outros.
Entre os Fetiches Agressivos estão o Masoquismo, Sadismo, Barebacking, Rainbow Kissing que em psicologia podem ser considerados patologias, disfunções sexuais ou parafilias.
Entre os Fetiches considerados como práticas sexuais criminosas temos o Estupro, o Assédio Sexual, Pedofilia, Necrofilia, Filme snuff, entre outros, práticas ilegais como estas, que  devem ser denunciadas e combatidas em nossa sociedade.
As parafilias podem ser consideradas inofensivas e, de acordo com algumas teorias psicológicas, são parte integral da psique normal, porém desde que, não estejam ligadas a um objeto potencialmente perigoso, danoso para o sujeito ou para outros (trazendo prejuízos para a saúde ou segurança, por exemplo), ou quando impedem o funcionamento sexual normal, sendo classificadas como distorções da preferência sexual.
È importante ressaltarmos, que as classificações de um fetiche enquanto parafilia,   dependem do momento histórico e da cultura de cada sociedade; pois algumas práticas, como a homossexualidade (que hoje denominamos homoafetividade) ou até mesmo o sexo oral, anal e a masturbação eram  consideradas comportamentos parafílicos pela sociedade em dado momento histórico, e que hoje são variações normais e aceitáveis dentro da sexualidade.
Os fetiches são vários, desde a parte do corpo das pessoas (cabelos, pernas, pés, nádegas, mãos, etc ) até objetos utilizados por essas pessoas (roupas, jóias, tatuagens, sapatos, piercigns, etc). É importante esclarecer que apenas artigos de vestuário feminino utilizados no travestismo (fetichismo travestido) ou instrumentos utilizados para a estimulação tátil vaginal, como um vibrador não se caracterizam como parafilia, apenas como fetiches normais.
Temos ainda fetiches originados por situações diversas, desde fazer sexo em locais públicos, dentro de elevadores, automóveis,  entre outros, como Devotee.
REFRÊNCIAS:
LATOUR, Bruno. Reflexão sobre o culto moderno dos deuses fe(i)tiches. São Paulo: EDUSC, 2002.
LINS, R. N. & BRAGA, F. O livro de ouro do sexo. Rio de Janeiro: Ediouro, 2005.
Wikipédia. http://pt.wikipedia.org/wiki/Fetiche

Desejo pelo sexo oposto é um fetiche!!! Clique aqui e veja mais sobre isso!


Fetiche: como certos objetos, no corpo feminino, ganham outro sentido e atiçam a libido.
Adoração por uma parte do corpo ou objetos podem ser saudável para o casal

MAURÍCIO FRIGHETTO
Em uma vitrina, um sapato vermelho, de salto alto, não faz muita diferença para um homem. Mas, se ele estiver nos pés de uma mulher, provavelmente despertará o desejo dele. Culpa do fetiche, uma das principais armas da sedução. Algo simples e capaz de fazer uma enorme diferença.
Fetiche é a adoração por uma parte do corpo ou por objetos relacionados a ele. A combinação descrita acima é clássica, mas poderiam ser infinitas. Homens adoram bundas e seios, mas talvez os venerem ainda mais se estiverem com uma calcinha ou um sutiã sensuais. Saia e bota costumam formar outro par perfeito. Até as atuais calças legging fazem enorme sucesso no universo masculino.
Os objetos, sozinhos, são simples objetos. É quando estão no corpo de uma mulher que se tornam uma arma. Ou, ainda, se são de uma mulher. Um vestido da namorada, deixado na cama do namorado, pode ser cheirado e adorado. Faz a conexão com a pessoa que não está ali.
Sigmund Freud foi um dos primeiros a falar em fetiche relacionado ao sexo. De acordo com o professor de Psicologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Carlos Augusto Monguilhott Remor, o pai da psicanálise dizia que o termo se referia a uma visão estritamente masculina.
Mas nem todos concordam com Freud. No livro Fetiche - moda, sexo e poder, a americana Valerie Steele defende que os homens têm, sim, fetiches com frequência duas vezes e meia maior do que as mulheres. Isso não significa, diz a autora, que elas estejam menos interessadas, mas parecem não desejar os objetos com a mesma intensidade.

— O homem é mais visual, costuma olhar e fantasiar. Já as mulheres costumam sentir-se atraídas por aqueles que usam uma roupa diferente, como um uniforme de bombeiro, de marinheiro ou um terno, todos muito sensuais — diz a sexóloga e psicóloga Lucimar Secches, que tem consultório em Florianópolis e São Paulo.— É uma prática importante quando compartilhada pelo casal. Na verdade, qualquer fantasia é boa. Tudo é bem-vindo desde que a relação seja saudável — comenta a sexóloga Lucimar .

O homem vê a mulher com aquela calcinha vermelha e pequena que ele adora. Ela tira a roupa íntima, devagar, e a joga para o lado. Se o homem preferir a calcinha à mulher, é bom ficar atento. É o momento que o fetiche, presente em maior ou menor grau em todas as pessoas, passou dos limites e virou obsessão.

O exemplo acima, fictício, foi dado pelo professor de psicologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Carlos Augusto Monguilhott Remor, para explicar o risco da prática.
— O fetiche é um estímulo, um plus. Tudo o que pode ser usado para estimular a relação é bom. O problema é quando se substitui a pessoa amada por um objeto. Então, é hora de repensar. Quando o fetiche prejudica, quando há reclamações, ou quando a pessoa só se satisfaz com este objeto, é hora de buscar ajuda.

A sexóloga Lucimar Secches faz um alerta semelhante:
— Quando a única forma de obter prazer é a atração pelo objeto, a situação se torna uma obsessão. Se ele não consegue ter desejo com a penetração, o fetiche torna-se um limitador — afirma.

Essa obsessão pode gerar situações estranhas, como é o caso do americano Chad W. Dawson, 32 anos. Em março, ele foi preso por tentar roubar calcinhas em uma casa de Ohioville, Pensilvânia.

Dawson se mostrou envergonhado, mas disse querer ajuda para tratar seu fetiche.
— Eu quero falar com um médico para saber que tipo de ajuda eu preciso.

Símbolo de sensualidade com uma pitada de ingenuidade, as pin-ups representam o que pode ser um fetiche. Numa época em que mostrar as pernas era atentado ao pudor, as figuras em poses banais faziam os soldados americanos sonharem no campo de batalha durante a 2ª Guerra.

Definição convencional
A palavra fetiche vem do francês fétiche, que por sua vez é um empréstimo do português “feitiço” cuja origem é o latim facticius "artificial, fictício". Os fetiches mais comuns são os pés, os sapatos (como sandálias e botas) e a roupa íntima feminina. Fonte: DIÁRIO CATARINENSE

Menofilia
E o grande barato é que estes objetos guardem um histórico particular.

Fetichistas têm por bem colecionar objetos. Fotos, vídeos, peças do vestuário, e nesse caso o feminino é o alvo. Sapatos, meias de sedas, mas quem puxa a fila são as calcinhas.
Dizem por aí que os objetos colecionáveis são a garantia da paudurescência toda vez que ele é revisitado por seu colecionador, com o que concordo, embora não seja um expert no assunto.
Eles devem manter as características de quem fez uso antes de serem doados. E não é tão bizarro assim, porque existem matérias de televisão falando nisso, principalmente sobre as histórias do cantor Wando, o obsceno, e sua imensa coleção de calcinhas que são atiradas no palco quando se apresenta.
E a mulherada se derrete quando ele cheira as calcinhas que recebe... Pois saiba que se algum dia você jogou uma calcinha usada no palco ou passou por baixo da mesa pra alguém, você tem a veia fetichista pulsante.
Se acha que não me desminta!
Vale citar o Burusera no Japão, um fetiche com regras próprias, porque além de existir o objeto do desejo, a calcinha, ainda vem um vídeo acompanhado da dona da calcinha fazendo uso. O que prova que o desejo por ter roupas intimas do sexo oposto é universal e mais antigo que muita coisa que se tem notícia.

Concordo que colecionar é uma questão de gosto. Absoluto.
E em se tratando de fetiche tem mesmo que despertar um algo mais. E como ando nessa estrada faz tempo já fui testemunha das coleções mais incríveis que vocês podem imaginar. Desde revistas fetichistas até sobras de utensílios usados em sessões de BDSM. Duvida? Vamos à lista: restos de velas, pontas de chibatas que partem em sessões de sadomasoquismo, mordaças babadas, sobras de cordas de bondade, e muito mais. Tem gente que guarda flyer de festa pra lembrar da cena que participou. Recordo de ter realizado um workshop de bondage há mais de dez anos e um sujeito me torrar a paciência no final pra levar um pedaço de corda de dois metros e meio porque eu tinha feito uma imobilização que passava pela genital da menina que serviu de modelo. E ele queria aquele pedaço, não servia outro e olha que a menina estava de short, ou seja, apesar de ter sido fixado por entre as pernas dela havia uma roupa de malha no meio...

Entretanto, tudo isso é perdoável quando se trata desses loucos e suas manias.
Claro que se for traçado um paralelo fora do universo fetichista conhecido, a ação de dar e receber calcinhas é uma febre. A mulher ao entregar uma roupa íntima a alguém num restaurante ou num local especial deixa uma mensagem clara de sensualidade explícita e quem recebe passa recibo. Há casos em que a reciprocidade não existe, mas são raros.

Mas ela na verdade não quer que o sujeito apenas guarde no bolso, ela anseia que ela sinta a sua presença quando meter o nariz e apertar contra a face a peça de roupa intima que ela o presenteou. Correto moças?
 
Existem fatores estranhos ao fetiche além do fator sexual de dar e receber a calcinha?

Lógico. O fetiche é extenso e muitas vezes não obedece a um critério o qual estamos acostumados a ter conhecimento. Existem fetichistas que gostam de mau cheiro vaginal e outros que vão além e colecionam calcinhas sujas de menstruação. Chame-se menofilia.
No entanto, a calcinha é um objeto cobiçado, independente do contexto em que está inserido.
Existem controvérsias como em qualquer manifestação fetichista sexual. Enquanto algumas mulheres enxergam romantismo no ato de presentear uma calcinha outras acham que é luxúria demais cometer a ação.
Porém, é inegável que a calcinha desperta toda uma atmosfera singular e transfere a intimidade para o lugar secreto aonde um admirador vai guardar pra sempre os ecos de uma noite inesquecível. Transcrito do
bound-brazil


 
Inversão de Papéis:

No começo bem devagar, para eu ir acostumando. Doeu um pouco, mas depois que consegui relaxar, ela foi colocando até que senti todo ele dentro de mim. Ficamos um tempo assim, ela me acariciando e “metendo” gostoso bem devagar, até que acelerou os movimentos; nossa respiração foi a mil... estávamos sentindo um tesão incrível nisso. Clique Aqui para continuar lendo!
 

Dicas de Sexo Seguro - NA HORA DA TRANSA
Se rolar tesão na jogada, opte sempre pelo sexo seguro e uso da camisinha. Essa ainda é a melhor forma de se prevenir contra o HIV, vírus causador da Aids. Não vacile nem marque bobeira: durante a relação sexual, sangue e esperma do parceiro nunca devem entrar em contato com partes internas de seu corpo, através do ânus, boca ou ferimentos. E vice-versa! Clique Aqui para ler a continuação!



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